Como fazer cobrança por telefone? Entenda aqui!

O serviço de assessoria de cobrança por telefone e recuperação de crédito não é um dos mais fáceis e depende de muito esforço e técnica para poder produzir bons resultados. Para isso, listamos 5 dicas que todo escritório precisa saber.

1. A POSTURA DE QUEM FAZ A COBRANÇA POR TELEFONE

Antes de tudo, quem faz cobranças precisa ter uma postura simpática, assim poderá abrir um bom canal de diálogo com o devedor. É imprescindível que ele se sinta confortável, por mais que o assunto não seja muito agradável, principalmente se ele está em débito por verdadeira falta de condições.

É importante também que quem faz este serviço consiga manter uma posição firme ao ponto de ser respeitado pelo  devedor. Este equilíbrio entre empatia e profissionalismo ajudará a manter o clima produtivo, mas com o nível de estresse controlado entre as duas partes, favorecendo a conversa e o entendimento.

2. AS INFORMAÇÕES QUE PRECISAMOS SABER

Não se faz contato com uma pessoa devedora sem ter, de maneira fácil e organizada, as informações sobre a situação. Histórico de outros contatos e tentativas de negociação também fazem parte deste portfólio. Tenha certeza de poder contar com um bom sistema para se organizar.

É preciso saber por quais negociações este cliente já passou, todos os valores envolvidos, possíveis formas de pagamento e prazos. Além disso, conseguir montar um tipo de perfil do  devedor também é uma boa ideia. Avaliando todos os casos, alguns serão mais comuns e normalmente as soluções poderão também apresentar algumas semelhanças.

3. AS PERGUNTAS QUE DEVEM SER FEITAS

Para cada tipo de  devedor e de dívida, algumas perguntas ajudam no caminho para a solução. Essas perguntas devem ser anotadas e estudadas antes de se fazer o contato. Assim, a produtividade da conversa aumentará e as chances de resolução tendem a ser maiores.

Outra coisa importante é pensar em perguntas abertas, ou seja, nada de opções ‘sim’ ou ‘não’. Fazendo isso, o cobrador evita receber uma negativa de quem está do outro lado da linha que pode culminar no desfecho do contato sem uma solução acordada.

4. OS ARGUMENTOS A SEU FAVOR

Na hora de motivar o devedor a entrar em uma negociação, é preciso conseguir entender bem o lado dele na história. Dessa forma, fica mais fácil identificar a que tipo de detalhes e de variáveis ele se torna mais propenso a negociar.

Avalie o que ajuda e o que atrapalha na vida dele ter o nome “sujo”. Com o que ele mais está preocupado? O que a negociação da dívida significa no contexto dele. Vale a pena parcelar ou será que um desconto para quitação total é melhor? É preciso descobrir o que faz sentido para o  devedor e usar isso a favor da negociação.

5. AS OPÇÕES PARA UMA BOA NEGOCIAÇÃO

Para liquidar uma dívida, em tese, basta que quem esteja devendo entregue o valor correspondente a outra parte. Seria muito bom se fosse fácil assim, mas como sabemos, a realidade de cada um é muito diferente, também as opções para a quitação de dívidas devem ser.

Então, tenha uma lista das opções de pagamento. Se, de toda forma, ainda não for suficiente e o devedor pedir para negociar de alguma outra maneira, veja qual o ponto que é mais importante para ele.

Lembre-se que o mais importante é fazer com que, de alguma forma, a dívida comece a ser paga. Depois disso, mantenha o devedor informado sobre a situação dele. Este acompanhamento é fundamental para que ele mantenha em dia o restante da programação acordada. Do contrário, todo o processo de cobrança por telefone precisará recomeçar.

Divida conosco suas experiências. Conte algum caso de cobrança ou deixe outras dicas que achar importante para recuperação de crédito.

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